Entrevista: Ana de Armas para revista YO Dona
03, set de 2016

Ana é capa da edição de setembro da revista YO Dona, além de um ensaio fotográfico deslumbrante, ela também concedeu uma entrevista confira alguns trechos a seguir.

Ela tem uma beleza retumbante e inegávelAna de Armas é tão bonita que é impossível não se sentir nem um pouco constrangido.

Como você chegou a conseguir um papel em um blockbuster (Cães de Guerra) como este?

É um longo processo de ‘casting’ com muitas audições. Meu Inglês não era o mesmo que agora, pode imaginar atrizes muito boas também estavam sendo consideradas, por isso foi fácil para se sentir muito insegura. Neste tipo de filme muitas pessoas opinam sobre o seu papel e eu acho que o que me fez levá-lo era que Todd (Phillips, diretor) viu essa figura maternal em mim.

Você sente muita pressão em Hollywood?

Não é o meu país, não é minha língua, não é minha cultura. Há um monte de concorrência e todos os atores que estão trabalhando nesse nível tem grande talento. Você sente esse peso querendo ou não. Lembro-me que quando fui avisada que consegui o papel, eu estava em um supermercado com um amigo e eu comecei a gritar e as pessoas me felicitaram ao redor. Foi muito emocionante, porque foi o meu primeiro filme de estúdio. Realmente eu senti que eu estava dando um passo, como os dois filmes anteriores ( “Mãos de Pedra” e “Bata antes de entrar ‘) tinham sido independentes.

Você está na crista da onda. Como você conseguiu isso?

Tem sido um processo gradual, porque eu comecei do zero, quando ninguém me conhecia. Aos poucos, você tem que ir revelando: em escritórios, em reuniões e até mesmo em bares. É muito difícil para os diretores de blockbusters como Todd Phillips observá-la. No lugar onde nós filmamos na Warner, cada estúdio tem uma placa em colocam os filmes que foram feitos ali. Isto foi gravado no mesmo local como ‘Casablanca’ e que tem um ótimo local. Você se sente parte de uma grande história.

Como é estar separada de seus pais?

É o mais difícil. Falamos todos os dias, seja através de email, skype ou mensagens. É o que me mantém centrada em Los Angeles, porque é uma cidade onde é fácil esquecer as coisas que são realmente importantes na vida. Eu não vou a Cuba, tanto quanto eu gostaria, mas o contato emocional é fundamental.

Você tem o coração ocupado?

Só vos digo que estou muito, muito feliz.

Fonte: YO Dona Tradução: Ana de Armas Brasil

 

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